Reconstrução

Os doze passos
da qualidade NOVATECK

Conheça a tecnologia empregada na reconstrução
dos pneus de sua frota

No Brasil desde 1998, a tecnologia NOVATECK é uma ótima opção para os frotistas, pois contribui para a melhoria da performance dos pneus reconstruídos e, ao mesmo tempo, para a redução dos custos na frota,
com a garantia de contar com produtos originais Pirelli.

Por meio deste avançado e cuidadoso processo de reconstrução, é possível preservar a performance do pneu, evitando desperdícios e colaborando para a redução dos descartes de carcaças no meio ambiente.

Certificados pela própria Pirelli, todos os Reconstrutores credenciados NOVATECK dispõem de profissionais qualificados e equipamentos adequados para que a reconstrução do pneu seja executada com total segurança. Conheça aqui os cuidados envolvidos nesta tecnologia.

 Limpeza

A tecnologia NOVATECK começa com a limpeza do pneu que será reconstruído. Uma máquina preparada para esta função escova o pneu, retirando todos os resíduos que poderiam comprometer a reconstrução.


 Exame inicial

Já limpo, o pneu passa pelo exame inicial. Neste processo visual, o profissional avalia as reais condições do pneu a ser recuperado. Cinco partes fundamentais do pneu são analisadas: a parte interna, o flanco ou lateral, o ombro, a banda de rodagem e o talão.

Esta etapa do processo é muito importante, pois este exame define se o pneu poderá ou não ser reconstruído.


 Raspagem

Após o exame inicial, o pneu passa à máquina de raspagem, onde a banda de rodagem será desgastada. Neste processo, identifica-se o raio do pneu em que está sendo realizada a raspagem, bem como o perímetro da banda que será aplicada posteriormente.

De posse destas indicações, o raspador encaminha uma ficha com os dados do pneu para a área de seleção da banda, que será preparada enquanto o pneu passa pelas fases seguintes.



 Escariação

Nesta etapa tratam-se cada um dos pequenos cortes encontrados no piso da carcaça. Tal qual uma obturação de dentes, é preciso que cada ponto “careado” seja corrigido individualmente. Caso os cortes tenham atingido o pacote de cintas, o pneu receberá um conserto especial, capaz de restituir a resistência da carcaça.


Aplicação de conserto

Para que a integridade de uma carcaça seja garantida como nova, não basta “tapar o furo”: é preciso reconstituir a estrutura de cada ponto danificado.

Depois de escariado, se o pneu demandar consertos irá seguir para esta estação. Nela, a carcaça é preparada internamente para a aplicação do reparo, que varia de acordo com o tamanho do dano e segue as determinações técnicas da Associação Latino-Americana de Pneus e Aros (Alapa).




Aplicação de cola

Depois de todo o preparo inicial, começa a fase de remontagem do pneu. Nesta operação, uma máquina aplica cola sobre a carcaça tratada e depois retira seu excesso.


Enchimento

Nesta etapa, uma borracha especial é aplicada para tampar todos os orifícios escariados do pneu. Com este procedimento, a superfície que receberá a banda de rodagem fica totalmente nivelada. Depois disso, o pneu está pronto para a aplicação da nova banda.



 Aplicação da banda de rodagem

O mais indicado é que as carcaças Pirelli sejam reformadas sempre com os mesmos desenhos originais do pneu. Nesta etapa a banda é cortada, depois recebe uma borracha de ligação, responsável pela adesão da banda à carcaça durante o processo de vulcanização. Quando o pneu chega à máquina de aplicação, a banda já está pronta para a montagem, pois foi preparada previamente. A seguir é a vez do processo de roletamento, que irá retirar o ar que pode ter restado entre a banda e o piso da carcaça.

Para complementar esta operação, aplica-se uma etiqueta de identificação na lateral do pneu. A etiqueta informa o número e a data das reconstruções já aplicadas nele. Este procedimento é determinado pela Norma Mercosul NBR NM 224/2003, e a Pirelli segue à risca esta orientação, pois assim o frotista poderá acompanhar em detalhes o histórico de reconstrução de cada pneu.



Envelopamento

Aqui o pneu recebe um envelope de borracha na parte externa, que vai ser succionada durante o processo de vulcanização, causando uma pressão de fora para dentro sobre o pneu.


Montagem

Na montagem o pneu recebe o protetor e o saco de ar – uma câmara espessa que exercerá pressão de dentro para fora no pneu durante a vulcanização. depois, o pneu é montado na roda.

As pressões geradas no Envelopamento e na Montagem irão auxiliar a vulcanização da nova banda na carcaça.




Vulcanização

O pneu é então colocado na autoclave, equipamento que utiliza temperatura, pressão e tempo para vulcanizar a nova banda sobre a carcaça.

Durante este processo, é fundamental utilizar recursos eletrônicos para controlar o tempo, a temperatura e os níveis de pressão que serão aplicados ao pneu. Só assim é possível garantir a segurança da operação.


Inspeção final

Após a vulcanização, o pneu é desmontado e colocado em uma linha de checagem para a inspeção final. Nesta fase, verifica-se a parte
interna, a parte externa, a nova banda e a integridade da carcaça. Na inspeção também é possível identificar se houve falha no processo de vulcanização.

Passando por esta etapa – e agora novo de novo – o pneu já poderá ser entregue ao seu cliente.



 

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