| O
mundo está de olho
no
álcool brasileiro
Setor
sucroalcooleiro se prepara para atender a demanda mundial
por combustíveis renováveis. Veja as soluções
da Pirelli

Para
se tornarem mais competitivas, as usinas têm investido
na melhoria de seus processos produtivos e na eficiência
dos veículos para a realização do transporte
O
setor sucroalcooleiro tem aproveitado com grande competência
a nova demanda mundial por energias alternativas aos combustíveis
fósseis. “Temos todas as características
para sermos líderes mundiais na produção
de álcool combustível”, analisa o ex-ministro
da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Marcus Antônio
Pratini de Moraes (1999 a 2002). “Possuímos 90
milhões de hectares cultiváveis livres para
agricultura, sem precisar cortar uma única árvore
da Amazônia”, justifica o economista.
Segundo
especialistas, por algum tempo o petróleo ainda deverá
continuar sendo a principal fonte mundial de energia. No entanto,
a necessidade de se encontrar rapidamente estratégias
para a
obtenção do desenvolvimento sustentado faz do
Brasil um território estratégico para o futuro
do planeta.
Conscientes
desta realidade, vários países têm voltado
os olhos para o álcool produzido aqui, em especial
as nações empenhadas em cumprir o Protocolo
de Kyoto – acordo mundial para a redução
da emissão dos gases que provocam o efeito estufa.
O
que se vê hoje é que a soma destes fatores tem
estimulado as empresas do setor a reforçar seus investimentos
em novos equipamentos e na automação dos processos,
para atender esta nova e crescente demanda.
As
operações de transporte cumprem papel fundamental
na indústria sucroalcooleira, e a má escolha
do tipo de veículo empregado influencia os custos envolvidos
nesta operação. Da mesma forma, também
a escolha do tipo de pneu a ser utilizado não pode
ser equivocada, sob pena de perda de competitividade em todo
o processo (clique aqui).
Indústria
em expansão
Nos
últimos anos, o mercado brasileiro de álcool
e açúcar se profissionalizou e cresceu. Atualmente
existem 335 usinas em operação nas Regiões
Centro-Sul e Norte-Nordeste, segundo dados da União
da Indústria Canavieira de São Paulo (Unica).
Estimativas indicam que no ano de 2013 este número
deverá subir para 409 unidades produtoras.
Neste
contexto, para se tornarem mais competitivas as usinas têm
investido na melhoria de seus processos produtivos, que vão
desde o plantio até o fornecimento do produto final.
Por esta razão, estão procurando analisar com
mais rigor a relação custo–benefício
na aquisição de bens e serviços.
Conforme
estudo realizado em 2002 na Universidade Federal de Santa
Catarina (UFSC) pelo mestre em Engenharia de Produção
Aliomar de Araújo, a maior quantidade de veículos
e equipamentos utilizada nas usinas de açúcar
e álcool é concentrada nas atividades agrícolas
e industriais.
O
engenheiro ressalta que cada atividade requer veículos
adequados às
características técnicas da tarefa a qual se
propõem. Segundo sua análise, podese até
afirmar que, nas usinas de álcool e açúcar,
veículos e equipamentos estão para a produção
dos serviços assim como uma
máquina industrial está para a produção
de bens na indústria.
Sabe-se
que o transporte é vital nas atividades do setor –
tais como o carregamento de mudas, adubos, cana inteira, picada,
etc. Sem transporte eficiente, a usina pára.
Dados
apontam que o corte, o carregamento e o transporte representam
aproximadamente 25% do custo da tonelada da cana, ou 10% da
saca de açúcar.
Em
relação ao transporte, existem muitos fatores
que podem influenciar diretamente os custos da usina. Entre
estes fatores se destacam as caraterísticas da frota
(idade média, modelo dos equipamentos, frota de apoio,
etc.) e a qualidade de seu gerenciamento (manutenção
da frota, por exemplo). Atualmente a tendência é
investir na manutenção preventiva para que se
possa assegurar melhor desempenho e maior segurança
operacional, bem como reduzir custos e paradas imprevistas
por falha do veículo.
É
neste cenário que a Pirelli, em parceria com seus revendedores,
tem aplicado o Programa Excelência na Consultoria a
Frotas (clique aqui) para auxiliar as
usinas a obterem o máximo rendimento
dos pneus utilizados em seus veículos.
Usina
da Pedra
em números
56 reboques e semi-reboques (cada conjunto com nove
eixos)
56 caminhões para transporte de cana
Opção pela utilização
dos pneus Pirelli FG85 e TG85
Airton
Rodrigues: “Sabendo os
motivos dos pneus se tornarem
sucata, conseguimos trabalhar
preventivamente”
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Localizada
na cidade de Serrana, próxima a Ribeirão Preto
(SP), há um ano a Usina da Pedra vem recebendo consultoria
prestada por técnicos da Pirelli e da revenda Pneuac.
De acordo com Airton Gilberto Rodrigues, encarregado de Manutenção
e Lubrificação dos veículos, há
um ano e meio a empresa resolveu diversificar e optou também
por pneus Pirelli, pois tinha históricos positivos
dos modelos TG85 e FG85.
Os
trabalhos realizados pela Pirelli e Pneuac na usina deixaram
Rodrigues satisfeito. Hoje o grupo estende o trabalho para
suas demais usinas, como a Ibira e a Buriti, no interior de
São Paulo. O grupo
também começou a utilizar as bandas para reconstrução
NOVATECK – que possuem a mesma qualidade dos pneus Pirelli
originais, proporcionam o aumento da vida útil e atendem
todas as solicitações de reconstrução
de pneus das usinas.
Melhorias
em geral
A
revenda Campneus também iniciou em 2006 consultoria
técnica a quatro usinas do Grupo José Pessoa
– Benálcool e CBAA-Icém, em São
Paulo, CBAA-Brasilândia (MS) e CBAA-Sidrolândia
(MS).
Grupo
José Pessoa
em números
Usinas Benálcool (SP), CBAA-Icém (SP),
CBAABrasilândia
(MS) e CBAA-Sidrolândia (MS)
72 caminhões
238 julietas
início de radialização em algumas
unidades
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 Helmut : “Percebemos redução de custo de 9% após melhoria no processo de calibragem dos pneus”
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Por
meio de análises detalhadas, a Campneus verificou vários
pontos a
serem melhorados no gerenciamento dos pneus destas usinas.
O gerente corporativo de Motomecanização do
Grupo José Pessoa, Helmut Wintruff, avalia a importância
do trabalho de acompanhamento às frotas. “Criamos
indicadores de desempenho que ainda não haviam sido
implantados nas usinas” explica. Helmut revela que o
trabalho ajudou inclusive a estruturar os planos de investimento
nas operações de transporte.
“Percebemos
uma redução de custo de 9% no período,
uma excelente evolução”, comemora Helmut.
Para ele, isto foi possível após a melhoria
no processo de calibragem dos pneus, entre outros procedimentos.
O gerente diz estar muito contente com o trabalho oferecido
pela equipe Pirelli, que já começa a se estender
para outros setores da usina. “Criamos um pit-stop para
calibrar os pneus e estamos adquirindo motoniveladores para
melhorar as condições das vias que dão
acesso às usinas”, relata.
Segundo
Helmut, o próximo passo é otimizar a geometria
dos veículos e
estender as atividades do Programa Excelência na Consultoria
a Frotas a duas outras unidades do grupo.
Para
saber mais sobre o ECF - Excelência na Consultoria
a Frotas aplicado a usinas, entre em contato com o
Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da
Pirelli pelo fone 0800-728-7638 |
Pirelli
Seguro Truck, boa oportunidade para usinas
Conseguir
o máximo rendimento dos pneus da frota é,
sem dúvida, o objetivo de todas as transportadoras.
E não seria diferente no segmento sucroalcooleiro,
no qual as operações de transporte cumprem
papel fundamental dentro e fora das usinas.
Muito
mais que fabricar pneus com alta tecnologia –
e auxiliar o frotista a estender a vida útil
destes componentes – a Pirelli disponibiliza também
para os usineiros o Pirelli Seguro Truck (PST). Trata-se
de um serviço criado para assegurar que os usuários
fiquem tranqüilos e tenham o melhor retorno no
investimento em pneus. O PST garante proteção
contra avarias acidentais para pneus novos de caminhões
e ônibus.
Por
trabalhar em regiões em que o terreno é
muito agressivo, com pisos irregulares e mistos (asfalto/terra),
os pneus utilizados em usinas estão mais sujeitos
às avarias acidentais. O PST existe justamente
para cobrir essas possíveis perdas durante a
primeira vida do pneu. Este serviço pode ser
muito atraente para os usuários de
pneus do segmento G.
Após
avaliação das carcaças –
realizada a partir do exame dos pneus sucateados –
os técnicos da Pirelli identificam quais avarias
podem ser evitadas ou cobertas pelo PST.
Algumas
empresas do setor de açúcar e álcool
saem com 95% de seus pneus assegurados pela Pirelli.
Os eventos cobertos pelo seguro são: rachaduras
ou quebras da estrutura devido a choques contra pistas
ou obstáculos (inclusive buracos), durante a
rodagem, e avarias acidentais ocasionadas por cortes,
causados por impactos em “cortes vivos”
de buracos ou elementos cortantes.
A
validade do seguro é de seis meses, a contar
da data de venda do pneu. Para obter informações
sobre o PST, ligue: 0800-728-7638 |
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